Hapvida NotreDame Intermédica lança canal para clientes denunciarem violência doméstica



Este canal para mulheres é uma evolução do canal de denúncia Sentinela, lançado em 2021 em Fortaleza.

A violência doméstica pode ser enfrentada com denúncias e pedidos de socorro. Quando não prevenidas e combatidas, as agressões podem gerar repercussões negativas de diversas ordens. Em Goiás, foram registrados 186 feminicídios entre janeiro de 2020 e junho de 2023, de acordo com dados da Polícia Civil. No primeiro semestre deste ano, já foram contabilizados 5.671 casos de lesão corporal no Estado, superando as 5.340 ocorrências no mesmo período de 2022. Os números compõem um preocupante cenário que assola diversos estados brasileiros.

 

Nesse contexto, a Hapvida NotreDame Intermédica lança canal para clientes denunciarem violência doméstica. O projeto, acessível para todas as clientes da empresa, foi feito em parceria com a ONG As Justiceiras e tem, como objetivo, suprir a necessidade de canais e sistemas alternativos para combater e prevenir a violência de gênero.

Segundo Ricardo Mota, diretor de Comunicação Corporativa e Diversidade da Hapvida NotreDame Intermédica, a ideia de criar este canal para mulheres é uma evolução do canal de denúncia Sentinela, lançado em 2021 em Fortaleza.

"No Brasil, a maioria da população é do sexo feminino, e temos um compromisso social e de cidadania de participar dos movimentos sociais pelo fim da violência contra meninas e mulheres. A partir de nossa experiência com o Canal da Mulher internamente – à princípio aberto para as colaboradoras, que representam 70% do quadro de funcionários da empresa –, agora expandimos para todas as nossas clientes um canal seguro para apoiar, orientar e direcionar em todas as questões relacionadas ao tema. Com mais de 16 milhões de beneficiários em todo o país, é nossa responsabilidade social apoiar e promover esse tema em nossa organização e no Brasil", afirma, citando que há dois anos tem focado em palestras de conscientização dentro da empresa, fazendo desde guias de orientação, games e treinamentos de violência a outros tipos de esclarecimentos. “Somos parte e temos que transformar o nosso público interno e externo dando voz às mulheres, para que reconheçam e busquem os seus direitos”, observa Ricardo.

De acordo com o Instituto Ipsos, o Brasil está entre os cinco países das nações que mais têm contato com a violência: 70% do grupo é composto por mulheres. “Todos os dados serão tratados com confidencialidade em parceria com a equipe da ONG As Justiceiras, um serviço que atualmente funciona em todo o Brasil com mais de 15 mil mulheres apoiando mulheres. Todas as ligações e atendimento das Justiceiras serão feitos em conjunto com os órgãos competentes (Polícia Militar e delegacias), além de acompanhamento profissional com assistentes sociais, psicólogos e advogados. Esta é uma forma de dar voz para que compartilhem, denunciem e busquem apoio para que, juntamente com a sociedade, possamos apoiar e construir de uma forma mais justa e igualitária, mas, acima de tudo, trabalhar oferecendo suporte, empatia e cuidado, e mostrar também a importância que a Hapvida NotreDame dá à vida”, completa Ricardo Mota.

A escolha pela ONG As Justiceiras foi estratégica, justamente pelo fato de ser uma rede que tem parcerias com organizações/signatários, além de fazer parte do acordo público como a ONU Mulheres e coalizão pelo fim da violência contra as mulheres, o que torna pública a ação junto à sociedade.

“A ampliação dessa parceria é essencial para que a violência doméstica seja combatida de todas as formas. Por isso, ter uma empresa como a Hapvida NDI apoiando essa causa é fundamental para ganhar mais repercussão em torno de um tema tão importante entre toda a sociedade”, afirma Gabriela Manssur, idealizadora da ONG Justiceiras e advogada especialista em Direitos das Mulheres.

O Canal da Mulher Hapvida NotreDame Intermédica conta com uma força tarefa voluntária de mulheres para oferecer orientação jurídica, psicológica, socioassistencial, médica e rede de apoio e acolhimento, e está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

Para se conectar à plataforma, basta acessar o link Canal da Mulher:  https://linktr.ee/canaldamulherhapvidandi

 

 

Paulo Melo

Sinceramente, não sei lá bem quem sou! Um fogo-fátuo, uma miragem... Sou um reflexo...um canto de paisagem. Ou apenas cenário! Um vaivém. Com sorte: hoje aqui, depois além! Sou a roupagem de um doido que partiu numa romagem e nunca mais voltou! Às vezes acho que sou um verme que um dia quis ser astro... Uma estátua truncada de alabastro... Uma chaga sangrenta do Senhor... Sei lá quem sou! Só sei que estou cumprindo os fados num mundo de maldades e pecados. Sou mais um mau, sou apenas mais um pecador... Mas não sei que sempre precisei de um pouco de atenção. Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto!!! Vivo a minha maneira! Ao invés de procurar respostas, ocupo meu tempo fazendo o que tenho vontade e vivendo a vida com o há de melhor.

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