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A nominata que pode mudar o jogo: Democrata aposta em ciência eleitoral para vencer

   O cenário político do Distrito Federal caminha para mais uma eleição marcada por extremos, radicalização e militância cega.





Mas, fora desse ringue barulhento, um partido pequeno monta, em silêncio, uma estratégia que pode transformar matemática eleitoral em poder real. Anote esse nome: DEMOCRATA. Se a lógica aplicada pela legenda se confirmar nas urnas, 2026 pode assistir ao nascimento do chamado “pequeno gigante” da política brasiliense.

Nada ali é improviso. Nada é aposta emocional. O projeto é baseado em estudos empíricos, cálculo eleitoral e engenharia de nominata. O objetivo é simples e brutalmente técnico:

• Equilibrar votos;
• Eliminar “puxadores” que concentram recursos;
• Evitar candidatos “nanicos”;
• Transformar cada voto em mandato.

Em um ambiente onde cerca de 60% do eleitorado está preso aos polos ideológicos, sobra um campo decisivo:

40% de eleitores cansados de briga, idolatria e gritos. É nesse espaço que o Democrata se posiciona, com um slogan que sintetiza sua estratégia política:
“Nosso partido só tem um lado: VOCÊ.”
Antes da ideologia, vem a engenharia eleitoral. Enquanto partidos discutem narrativas, o Democrata discute planilha. Quem comanda essa arquitetura é a presidente regional e nacional do partido no DF:
Natália Ribeiro Nobre Miranda, 43 anos, cearense, auditora da Receita Federal há duas décadas, casada com o tributarista brasiliense Luis Miranda.


O currículo de Natália não é político tradicional é técnico, acadêmico e administrativo:

– Auditora da Receita Federal há 20 anos;
– Ex-presidente do Sindifisco-CE e ex-vice-presidente nacional do Sindifisco;
– Graduada em Direito e Administração (UFC);
– Aprovada em 1º lugar no TJCE, Receita Federal e UFC;
– Aprovada no Banco Central e no TRE-CE;
– Pós-graduada em Aduana e Comércio Exterior;
– Dois mestrados (Argentina e Espanha);
– Bandeira central: redução de impostos e racionalização do Estado.

Sua união política com Luis Miranda conhecido nacionalmente por defender a diminuição da carga tributária dá o tom da proposta: menos ideologia, mais eficiência eleitoral.

A estratégia que “vazou”: ninguém entra para ser escada A frase interna virou regra: “Ninguém entra para ser escada de ninguém.” O Democrata DF impôs filtros rígidos para a formação da nominata, tanto para deputado distrital quanto para federal.

Regras para a CLDF:

– Votação mínima histórica: ninguém com menos de 4 mil votos;
– Teto de votação: ninguém com mais de 10 mil votos;
– Prioridade: mulheres;
– Nenhum mandato atual entra na chapa;
– Nominata montada por cálculo, não por vaidade.

O objetivo é simples: evitar concentração de votos, evitar desperdício e gerar coeficiente eleitoral limpo.

Fim do abandono pós-eleição
Outra ruptura com o modelo tradicional:
no Democrata, o candidato não é descartado após a derrota. A legenda adota um acordo formal e registrado, prevendo ocupação administrativa conforme desempenho eleitoral:

– 1º ao 3º → eleitos;
– 4º e 5º → secretarias;
– 6º e 7º → subsecretarias;
– 8º ao 10º → administrações regionais;
– 11º ao 25º → cargos estratégicos no GDF e estatais.

A lógica é política: manter o grupo unido, produtivo e institucionalizado.
Para federal, a mesma engenharia
Na Câmara dos Deputados, a matemática se repete:

– Mínimo histórico: 20 mil votos;
– Teto: 35 mil votos;
– Prioridade feminina;
– Nenhum deputado atual entra na nominata.

Projeção: – 9 candidatos x 20 mil votos = 180 mil votos.
Na CLDF: – 25 candidatos x 7 mil votos = 175 mil votos.
Somados, os números apontam para pelo menos três distritais e um federal, caso a média se mantenha.

Nomes que já agitam os bastidores
Metade da nominata já está preenchida.

Entre os nomes mais comentados:
• Anthony Couto – mais de 12 milhões de visualizações nas redes (federal);
• Cristiane Brito – ex-ministra do governo Bolsonaro (federal);
• Natália Miranda – presidente do partido (federal);
• Deise Andrade – policial civil e líder do Democrata Mulher (distrital);
• Wiguinho – filho do radialista Wigão (federal);
• Coronel Rocha – Bombeiros (distrital).
E outros nomes ainda em negociação.

O recado político é direto

Para quem está na faixa estratégica nem pequeno demais, nem gigante demais o Democrata surge como a porta mais racional para 2026. Nos bastidores, o nome do ex-deputado federal Luis Miranda é dado como certo para uma cadeira na CLDF, caso a engenharia da nominata se confirme. A pergunta que corre entre pré-candidatos é simples: quem vai ocupar as demais vagas desse projeto?




Credibilidade formal

Os registros da direção estão certificados pela Justiça Eleitoral (SGIP), com emissão em 15/10/2025:

– Natália Ribeiro Nobre Miranda – Presidente DF e 1ª Tesoureira Nacional;
– Luis Claudio Fernandes Miranda – Tesoureiro DF e Articulador Nacional.

Enquanto os extremos disputam narrativas, o Democrata disputa coeficiente eleitoral. Enquanto outros apostam na emoção, o Democrata aposta na estatística.Enquanto partidos usam candidatos como escada, o Democrata promete estrutura pós-urna. Se a conta fechar, 2026 não será apenas polarizada. Será também o ano em que um partido pequeno mostrou que, na política, quem domina a matemática domina o poder. Para conhecer o projeto: Instagram @democrata.d

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