Com protocolos rigorosos e controle de materiais, a unidade reforça a segurança do paciente e a qualidade da assistência prestada
Segurança que começa nos bastidores: CME da Policlínica atua sempre alinhada às recomendações de órgãos reguladores e diretrizes internacionais. (Foto: Braz Silva/IMED)
A Policlínica Estadual do Entorno – Formosa, unidade do Governo de Goiás administrada pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED), tem como prioridade a segurança do paciente e a qualidade da assistência prestada. A unidade adota protocolos rigorosos de biossegurança em todos os procedimentos invasivos realizados no local. As ações envolvem práticas padronizadas de limpeza, desinfecção, esterilização de materiais e o uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPIs), fundamentais para a prevenção de riscos e infecções relacionadas à assistência à saúde.
Procedimentos invasivos, por envolverem a ruptura das barreiras naturais do organismo, exigem atenção redobrada e controle rigoroso dos processos. Nesse contexto, a biossegurança se torna um elemento essencial para reduzir eventos adversos, proteger pacientes e profissionais e assegurar resultados assistenciais mais seguros e eficazes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) ressalta que a correta esterilização de materiais e a adoção de boas práticas de biossegurança estão entre as medidas mais efetivas para a prevenção de infecções associadas aos serviços de saúde. Segundo a entidade, a padronização dos processos, o monitoramento contínuo e a capacitação das equipes são determinantes para garantir um cuidado seguro e de qualidade.
Na Policlínica de Formosa, a Central de Material e Esterilização (CME) exerce papel estratégico nesse processo. O setor é responsável por todas as etapas de processamento dos materiais utilizados nos procedimentos invasivos, desde a recepção e limpeza até a esterilização, armazenamento e distribuição, seguindo rigorosamente as normas técnicas, sanitárias e protocolos de segurança.
De acordo com a enfermeira Helenir de Souza Soares, do Setor de Central de Material e Esterilização (CME), o trabalho desenvolvido é fundamental para a segurança assistencial em toda a unidade. “A biossegurança é um cuidado que começa nos bastidores, antes mesmo do paciente chegar ao procedimento. Na CME, cada etapa é realizada com atenção máxima, seguindo protocolos rigorosos que garantem a esterilização adequada dos materiais. Esse processo é essencial para prevenir infecções, proteger o paciente e dar suporte seguro às equipes assistenciais”, explica.
A unidade segue investindo continuamente na qualificação profissional, na atualização de fluxos e na melhoria dos processos de biossegurança, sempre alinhada às recomendações de órgãos reguladores e diretrizes internacionais. As ações reforçam o compromisso da unidade com a excelência no cuidado, a segurança do paciente e a promoção de um ambiente assistencial cada vez mais seguro e confiável para a população.



