Luís Miranda: da ideia à obra e o compromisso de fazer muito mais por águas claras

O que começou com um congestionamento em Águas Claras ganhou forma de projeto, recebeu R$ 6 milhões em emenda parlamentar e se transformou em uma nova ligação viária.



ÁGUAS CLARAS — Como nasce uma obra pública?

Antes do asfalto, existe um problema. Antes da máquina, existe um projeto. E, antes da obra chegar à população, alguém precisa identificar a necessidade, defender uma solução e buscar os recursos necessários para tirá-la do papel.

Foi nesse contexto que entrou Luís Miranda na história da Terceira Saída de Águas Claras.

Em 2021, diante dos congestionamentos e da concentração do trânsito nos acessos existentes, Miranda destinou R$ 6 milhões em emendas parlamentares para a implantação de uma nova ligação com a EPTG.

A obra seria posteriormente executada pelo Governo do Distrito Federal, com participação do DER-DF, e entregue em agosto de 2023.

Mas a história pode ser entendida melhor por meio de algumas perguntas.

O que Luís Miranda viu antes da obra existir?

Eu via aquele engarrafamento diário para Águas Claras.

Essa era a realidade que chamava minha atenção.

A região crescia, o número de veículos aumentava e os acessos existentes concentravam o fluxo em determinados pontos. Para mim, estava claro que era necessário pensar em uma alternativa.

Não bastava reclamar do trânsito.

Era preciso encontrar uma solução.

E qual foi a solução defendida?

A minha ideia era criar uma terceira alternativa de entrada e saída de Águas Claras, conectando a região à EPTG.

A proposta permitiria distribuir melhor o fluxo de veículos e reduzir a pressão sobre os acessos já existentes.

O projeto previa uma ligação de aproximadamente dois quilômetros, com duas faixas de circulação em cada sentido.

Onde entra Luís Miranda nessa história?

Na destinação dos recursos parlamentares.

Em 2021, destinei R$ 6 milhões em emendas parlamentares para ajudar a viabilizar a obra.

Era a minha forma de transformar uma demanda de mobilidade em uma ação concreta.

Eu tinha uma responsabilidade como parlamentar: identificar problemas, ouvir a população e direcionar recursos para projetos capazes de produzir resultados.




Luís Miranda executou sozinho a obra?

Não.

E é importante deixar isso claro.

A execução da infraestrutura ficou sob responsabilidade do Governo do Distrito Federal, com participação do DER-DF.

Minha participação foi na defesa da solução, a ideia foi minha e a destinação dos R$ 6 milhões em emenda parlamentar.

Uma obra pública envolve diferentes instituições, profissionais e etapas.

Eu coloquei recursos parlamentares para ajudar a transformar aquele projeto em realidade.

E o que foi entregue à população?

A nova ligação passou a conectar a EPTG à Rua das Carnaúbas, na região de Águas Claras.

A estrutura conta com duas pistas, duas faixas de rolamento em cada sentido e ciclovia, além de estruturas complementares.

Aquilo que começou como uma discussão sobre congestionamento virou uma infraestrutura que passou a fazer parte da rotina de quem circula pela região.

Qual é a importância de contar essa história agora?

Porque obras públicas não começam no dia da inauguração.

Existe uma história anterior.

Existe o problema que precisava ser resolvido.

Existe a discussão sobre a solução.

Existem os recursos.

Existe o projeto.

Existe a execução.

E existe a entrega.

No caso da Terceira Saída, minha participação começou antes de a população poder utilizar a via.

Eu vi o problema, tive a ideia para solucionar o problema  e destinei recursos para ajudar a viabilizar a solução.

O que essa experiência representa para Luís Miranda?

Representa uma convicção:

quando existe um problema concreto, é preciso trabalhar para encontrar uma solução concreta.

Eu acredito em política que possa ser percebida na vida das pessoas.

Uma obra viária.

Uma escola.

Uma unidade de saúde.

Um projeto social.

Uma estrutura esportiva.

Uma ação que melhore a mobilidade.

São essas entregas que mostram que o recurso público pode sair do papel e chegar à população.

E daqui para frente?

Eu fiz, mas não quero parar por aí.

A Terceira Saída é uma parte da história.

O que eu quero fazer daqui para frente é buscar novas soluções para problemas que continuam afetando o Distrito Federal.

Se antes eu olhei para o congestionamento de Águas Claras, hoje continuo olhando para os gargalos de mobilidade, para a infraestrutura, para os serviços públicos e para as necessidades das cidades.

Eu sei que ainda há muito a fazer.

E é justamente por isso que minha disposição é continuar trabalhando.

Luís Miranda fez. E vai fazer muito mais?

Essa é a mensagem central dessa trajetória.

Fez quando identificou o problema.

Fez quando defendeu uma nova alternativa de mobilidade.

Fez quando destinou R$ 6 milhões em emendas parlamentares.

Fez sua parte para ajudar a viabilizar o projeto.

E, agora, afirma que pretende fazer muito mais.

A história da Terceira Saída de Águas Claras mostra uma sequência simples:

problema → ideia → recurso → execução → obra → benefício para a população.

Não é a história de uma obra feita por uma única pessoa.

É a história de uma participação parlamentar que se somou ao trabalho do poder público para transformar uma necessidade de mobilidade em infraestrutura.

E, para Luís Miranda, a história não termina na Terceira Saída.

“Eu fiz. E vou fazer muito mais.” Hoje como candidato a Câmara Legislativa com número 35.555 sei que vamos caminhar juntos com toda a população de águas claras.

Porque, na visão do parlamentar, cada problema identificado pode ser o começo de uma nova solução e cada recurso destinado pode representar uma oportunidade de transformar uma necessidade da população em uma entrega concreta.

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem
Governo de Goiás