Luís Miranda enfrenta o debate sobre as pesquisas com uma resposta direta: “Pesquisa não vota. Você vota”

Em meio à reta final da disputa eleitoral no Distrito Federal, Luís Miranda coloca uma questão incômoda no centro do debate: até que ponto uma pesquisa de intenção de voto consegue representar fielmente a realidade das ruas?



A crítica apresentada pelo candidato é direta. Miranda questiona a influência que metodologia, escolha da amostra, distribuição territorial e locais de abordagem podem exercer sobre o resultado de um levantamento.

Na avaliação exposta por ele, uma pesquisa pode apresentar um retrato diferente daquele percebido pelo eleitor quando a coleta se concentra em determinados segmentos ou regiões.

O exemplo utilizado é objetivo: um candidato conhecido por sua atuação na saúde pode ter maior reconhecimento quando entrevistado próximo a hospitais e unidades de saúde; da mesma forma, um candidato identificado com a educação pode encontrar maior receptividade em ambientes ligados ao setor.

Isso não significa, por si só, que exista fraude ou manipulação. Significa que a metodologia e a composição da amostra precisam ser conhecidas e analisadas antes que um número seja tratado como retrato definitivo do eleitorado.

E é justamente aí que Miranda coloca sua principal frase:

“PESQUISA NÃO VOTA. VOCÊ VOTA.”

E, em vez de apresentar apenas números, Miranda apresenta histórico

O candidato coloca sobre a mesa aquilo que considera mais concreto do que qualquer percentual: o que efetivamente fez durante sua passagem pelo Congresso Nacional.

Miranda foi deputado federal pelo Distrito Federal e, segundo os registros da Câmara, encerrou a legislatura com 233 proposições de sua autoria e 46 proposições relatadas em 2022.

Entre as pautas apresentadas está o PL 1.549/2022, de autoria de Luis Miranda, que propôs alterar a legislação dos planos de saúde para estabelecer o caráter exemplificativo do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

Miranda também apresentou requerimento para dar regime de urgência à proposta e participou das discussões da Câmara sobre o tema.

Ou seja: quando fala em saúde, existe uma atuação legislativa registrada oficialmente.

Segurança pública também aparece no histórico

Na segurança pública, Miranda foi relator da MP 971/2020, que tratou do reajuste de policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal.

O episódio integra o conjunto de realizações que o candidato utiliza para apresentar sua trajetória parlamentar aos eleitores.

A Policlínica da Polícia Civil é outro ponto destacado

A construção da Policlínica da Polícia Civil do Distrito Federal aparece como uma das principais entregas associadas à sua atuação, com referência a R$ 24,5 milhões em investimentos.

Esse é um dos exemplos que Miranda utiliza para sustentar a ideia de que sua campanha não deveria ser analisada somente pela fotografia de uma pesquisa, mas também pelo histórico de atuação e pelos resultados que apresenta.

O argumento de Miranda é simples: olhar para trás antes de olhar para o ranking

“Você vai deixar uma pesquisa escolher o seu voto?”

A resposta apresentada pelo próprio candidato é igualmente direta:

“Pesquisa não vota. Você vota.”

O confronto proposto por Miranda, portanto, não é apenas contra um número específico. É contra a ideia de que um levantamento eleitoral possa ser tratado como se fosse o próprio resultado da eleição antes que os votos sejam depositados.

E, para sustentar essa posição, ele recorre ao próprio currículo parlamentar.

Projetos apresentados.
Atuação na saúde.
Debates sobre planos de saúde.
Atuação relacionada à segurança pública.
Recursos e investimentos que sua campanha associa a obras no Distrito Federal.
E uma passagem pela Câmara dos Deputados com centenas de proposições registradas.

Esse é o conjunto de informações que Miranda coloca diante do eleitor.

“Não tenho tempo de TV. Tenho trabalho, projetos e resultados.”

Miranda afirma que não conta com grande tempo de televisão nem com uma campanha milionária e pede que o eleitor examine a sua escolha do voto.

“O que cada candidato efetivamente entregou?”

É nesse ponto que Luís Miranda concentra o seu caráter verdadeiro. 

Na dúvida? Clica aqui: https://www.instagram.com/reel/Dd6LHbcTSNo/?stkn=MXAxczh1NTQwZXRqZw==



Sem esconder a disputa. Sem fugir das pesquisas. E sem aceitar que uma porcentagem publicada substitua a decisão individual do eleitor.

Porque, como ele próprio resume:

“PESQUISA NÃO VOTA. VOCÊ VOTA.”

LUIS MIRANDA — 35.555
DEMOCRATA 35 — DEPUTADO DISTRITAL

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