Com método apresentado como inédito, Fast Treino aposta em circuitos automatizados de 36 minutos e formatos compactos de operação
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A dificuldade de manter uma rotina regular de exercícios tem levado o mercado fitness a buscar soluções mais práticas e adaptadas ao dia a dia dos consumidores. Segundo a 5ª edição do Panorama Setorial Fitness Brasil 2026, realizada pela Fitness Brasil, 34% dos praticantes entrevistados apontam a falta de tempo como a principal barreira para realizar exercícios físicos. De olho nessa demanda, a Fast Treino, fundada pelo empresário Leandro Aguiar, desenvolveu um método automatizado que combina exercícios de força e cardio em sessões de 36 minutos. Com 10 unidades comercializadas ou em implantação, a rede projeta faturamento de R$ 10 milhões em 2026.
Na prática, o aluno percorre um circuito de 12 estações, com iluminação em LED RGB que orienta os momentos de execução dos exercícios e de troca de equipamentos, dispensando a organização individual da sequência e o revezamento de aparelhos. O modelo conta com catracas digitais, aplicativo próprio e operação sem recepcionista, com um professor por turno. Para a expansão, a empresa desenvolveu cinco formatos comerciais, adaptáveis a espaços a partir de 40 m², com investimentos entre R$ 400 mil e R$ 2 milhões.
“Mais do que incorporar tecnologia por simples tendência, a nova geração do mercado fitness precisa resolver dores reais do consumidor contemporâneo. A falta de tempo deixou de ser uma desculpa e se tornou um desafio estrutural na rotina das pessoas. O nosso papel com a Fast Treino é eliminar todas as barreiras entre o aluno e o treino: a complexidade da série, a perda de tempo na fila ou no revezamento de aparelhos e a falta de flexibilidade. Ao aliar automação de ponta, praticidade em 36 minutos e acompanhamento profissional, mostramos que eficiência e experiência do cliente caminham juntas. É um modelo pensado tanto para a conveniência do aluno quanto para a alta rentabilidade e eficiência do franqueado”, explica Leandro Aguiar, fundador e CEO da Fast Treino.
Lacunas abrem espaço para criação de novos negócios
O setor fitness brasileiro movimentou US$ 2,97 bilhões em 2024, segundo dados da ACAD Brasil reunidos no HFA Global Report 2026, da Health & Fitness Association (HFA). O relatório também apresenta 45.589 estabelecimentos e 14,7 milhões de membros no país. Apesar da dimensão do segmento, a diversidade de hábitos e expectativas dos consumidores exige que as empresas repensem a forma de oferecer seus serviços, com atenção à conveniência, ao atendimento e à experiência proporcionada ao aluno.
Para a rede, essa experiência é parte central da estratégia de diferenciação. “Queremos que a ida à academia seja mais do que apenas cumprir uma sequência de exercícios. Nossa proposta é transformar esse momento em uma experiência de bem-estar, em que o aluno se sinta acolhido, motivado e tenha vontade de voltar. Acreditamos que o futuro do setor fitness está em utilizar a tecnologia para tornar cada treino uma experiência diferenciada”, conclui o empresário.


