Policlínica de Posse alerta sobre a malária e destaca medidas para combater a transmissão da doença

Sintomas podem ser confundidos com dengue, mas o exame através do sangue permite diagnóstico rápido e preciso 


Informações sobre prevenção e combate à malária na Policlínica Estadual da Região Nordeste - Posse.
Tanto o diagnóstico quanto o tratamento da malária são ofertados gratuitamente pelo SUS na Policlínica de Posse. (Foto: Débora Alves/IMED) 



A Policlínica Estadual da Região Nordeste – Posse, unidade do Governo de Goiás administrada pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED), reforça orientações sobre o combate à malária, doença infecciosa febril aguda causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles infectado, conhecido popularmente como mosquito-prego. 


A enfermeira do Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS), Taísa Schirimberck, destaca medidas essenciais para combater a transmissão da doença, como o uso de repelentes, a eliminação de possíveis criadouros do mosquito e a atenção aos sinais e sintomas. 


Entre os principais sintomas estão febre alta, calafrios, dor de cabeça, sudorese intensa e mal-estar. “É muito importante procurar atendimento médico imediatamente ao surgirem sinais suspeitos, garantindo o diagnóstico precoce e o início do tratamento o quanto antes”, orienta Taísa. 


Segundo Taísa, ações de orientação são fundamentais para ampliar o acesso à informação e fortalecer a prevenção. Ela também ressalta o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento da doença. “É importante lembrar que tanto o diagnóstico quanto o tratamento da malária são ofertados gratuitamente pelo SUS. Por isso, ao apresentar qualquer sintoma, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação”, completa. 

De acordo com o Ministério da Saúde, a maioria dos casos de malária no Brasil concentra-se na região amazônica. Já nas demais regiões, apesar do menor número de notificações, a doença apresenta maior letalidade e não deve ser negligenciada. Em Goiás, já foram registrados 14 casos da doença em 2026. A Policlínica de Posse reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado como estratégias fundamentais para reduzir a transmissão da malária e proteger a saúde da população.  

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